"...nem todos os dias são dias de olhar feliz. Estes dias raramente nos são oferecidos (daí o seu mistério) e quase sempre têm de ser construídos, desenhados, conquistados. Nesta procura do sentir a alma plena dos reflexos doces destes dias de olhar feliz, a vida, a nossa vida, mistura dor e alegria, sofrimento e felicidade, desilusão e sonho, amargura e paixão, choro e riso, ódio e amor. Assim, quando nessa busca constante O vento te rugir e a chuva cair em massa, quando o céu te fugir e sentires o teu amor em desgraça, quando o arco-íris te mentir e a sua recordação ficar laça, lembra-tedo brilho divino que vislumbraste nesta promessa de amor eterno….Lembra-te Que o vento, a chuva, o cinzento do céu, o arco-íris, as tuas lágrimas, as tuas duvidas, todos eles fazem parte do mistério da vida. Lembra-te Como Pessoa, que: “O mistério das cousas? Sei lá o que é o mistério. Único mistério é haver quem pense no mistério.”Aí ergue os teus olhos para o firmamento e procura devagar, em paz, o caminho de regresso ao vosso arco-íris de mãos dadas com o brilho intenso e mágico (quase irreal) da mais nova de todas as estrelas do céu..." LC21/06/97

07/02/2007

Li e não gostei

07/02/2007
Atenção às lagartas do pinheiro "processionárias"
Lagarta do pinheiro é particularmente perigosa este ano
Vários cães estão em perigo de vida após contacto com a lagarta do pinheiro, uma praga que este ano está «mais perigosa» e que pode intoxicar humanos com os seus pêlos urticantes.

O alerta partiu da Liga Portuguesa dos Direitos do Animal (LPDA), organização que tem sido confrontada com vários casos de animais domésticos em risco de vida após tocarem na lagarta do pinheiro.

Esta lagarta (cujo nome científico é Thaumetophoea pityocampa), também conhecida como processionária, é uma das pragas mais destrutivas para os pinheiros.

A partir de Janeiro, a lagarta do pinheiro abandona esta árvore - em fila, ou «procissão», razão para o nome por que também é conhecida - para se enterrar no solo e assim terminar o ciclo de vida.

Ao deslocarem-se, estas lagartas abrem os oito receptáculos que possuem, libertando alguns dos seus cem mil pêlos urticantes que podem intoxicar animais ou pessoas com que contactem.

Os animais, principalmente cães, costumam cheirar as lagartas, principalmente porque ficam curiosos com os seus movimentos em fila.

Em casos mais graves, e quando ocorre a morte dos tecidos afectados pelos pêlos urticantes, os animais têm de ser abatidos.

A LPDA está preocupada com a situação e emitiu um alerta para os donos dos animais de companhia não os deixarem passear sozinhos em locais com pinheiros.

Um dos casos que a Liga teve conhecimento está a ser tratado numa clínica desta associação. Trata-se de um cão que vive numa casa em Rio de Mouro, concelho de Sintra.

«Os donos verificaram que o animal não estava a passar bem, ao mesmo tempo que se aperceberam que várias processionárias caíam de um pinheiro que existe no seu quintal», contou à Lusa a presidente da LPDA, Maria do Céu Machado, acrescentando que o animal continua a ser assistido clinicamente.

Além dos animais domésticos, as crianças também são potenciais vítimas destas lagartas. O seu aspecto atractivo convida os mais pequenos a tocarem nos animais, obrigando a uma intervenção farmacológica (anti-histamínicos).

A Thaumetophoea pityocampa ataca o pinheiro bravo, o silvestre, o laríceo, o manso, o insígne, e o pinheiro de Alepo.

José Manuel Rodrigues, da Direcção-Geral dos Recursos Florestais (DGRF), disse à Lusa que a lagarta do pinheiro teve este ano uma forte aliada: a falta de chuva.

«Em período de chuva, os ninhos das lagartas do pinheiro são destruídos ou parcialmente danificados, deixando os animais expostos, nomeadamente aos predadores», explicou José Manuel Rodrigues.

Este engenheiro florestal adiantou que, com pouca chuva a controlar naturalmente o seu ciclo, a lagarta do pinheiro prosseguiu sem obstáculos, avançando para a última etapa que é o enterro no solo. É durante este percurso que qualquer contacto pode ser perigoso.

Os perigos são maiores em locais que usam os pinheiros com fins de adorno e sem solo disponível, como acontece em algumas escolas, nomeadamente em recreios.

Nestes casos, a lagarta desce do pinheiro e não encontra terra, tendo de procurar um terreno onde se possa enterrar e estando exposta ao toque dos mais curiosos, como as crianças que brincam nesses recreios.
Fonte: portugal diario de 2007/02/06 13:00, enviado por dono da Naomi, lido também no blog dos bichos ( isto sem links é assim....)

5 diga lá:

IC disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Formiguinha disse...

Curiosamente, eu que vivo a 20 mts de centenas e centenas de pinheiros ainda não vi nenhuma! E ainda bem.

Lita disse...

Uiii, bichinho pessonhento! Vou avisar os meus pais dessa praga, eles têm três cães e uma carrada de gatos!

Obrigado pelo alerta, amiga!

Lita

lita disse...

Tive um tio, que infelizmente já faleceu, que perdeu um olho aos 11 anos por causa da lagarta do pinheiro. Caiu na cara dele, ele esfregou o olho e esmagou a lagarta. O olho teve mesmo de sere removido.
São realmente perigosas estas lagartas nojentas e todo o cuidado é pouco.

e ainda por cima eu tenha as minhas duas canitas e adivinha onde vivo??? em Rio de Mouro!!!

Um beijinho grande,
Lita (outra lita)

HOPE disse...

Ainda bem que avisas. Tenho um pinhal enorme mesmo aqui ao lado de casa e alguns pinheiros no meu jardim!

Também ainda não vi nenhuma, mas, claro, não tenho andado à cata!!!

Bjs

 
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