"...nem todos os dias são dias de olhar feliz. Estes dias raramente nos são oferecidos (daí o seu mistério) e quase sempre têm de ser construídos, desenhados, conquistados. Nesta procura do sentir a alma plena dos reflexos doces destes dias de olhar feliz, a vida, a nossa vida, mistura dor e alegria, sofrimento e felicidade, desilusão e sonho, amargura e paixão, choro e riso, ódio e amor. Assim, quando nessa busca constante O vento te rugir e a chuva cair em massa, quando o céu te fugir e sentires o teu amor em desgraça, quando o arco-íris te mentir e a sua recordação ficar laça, lembra-tedo brilho divino que vislumbraste nesta promessa de amor eterno….Lembra-te Que o vento, a chuva, o cinzento do céu, o arco-íris, as tuas lágrimas, as tuas duvidas, todos eles fazem parte do mistério da vida. Lembra-te Como Pessoa, que: “O mistério das cousas? Sei lá o que é o mistério. Único mistério é haver quem pense no mistério.”Aí ergue os teus olhos para o firmamento e procura devagar, em paz, o caminho de regresso ao vosso arco-íris de mãos dadas com o brilho intenso e mágico (quase irreal) da mais nova de todas as estrelas do céu..." LC21/06/97

01/07/2008

Contra factos, não há argumentos.

01/07/2008



E foi assim, que hoje foi virada a ultima página de um livro. Agora é arrumar o livro na prateleira do armário de lá de casa, esquecer o mau e recordar o bom. Não foi um livro fácil, as últimas páginas demoraram muito tempo a serem fechadas, demasiado tempo.
É o defeito deste livro, tem demasiadas páginas, parece aquelas séries que se arrastam e que nunca mais terminam e cansam, e que por isso deixam de ser uma série agradável para passarem a ser aborrecidas. Aqui passou-se o mesmo, as primeiras páginas podiam começar como as histórias com um bonito Era uma vez, mas não termina com um viveram felizes para sempre. Perto do fim o enredo mudou e teve direito a cenas dignas de qualquer telenovela venezuelana.
Sinto na boca um gosto doce e amargo ao mesmo tempo, se por um lado estou muito satisfeita por poder arrumar este assunto, por outro lado, sinto que foi uma etapa da vida que terminou e que levou com ela algumas coisas em que acreditei e que perdi. O fim de um ciclo representa sempre o início de outro, o problema é quando se iniciam novos ciclos sem terminar o anterior. Neste caso, acho que a vida me cobrou com antecedência o fim deste ciclo, o meu castigo de ter iniciado um ciclo sem que antes encerrasse este foi a perda da Inca, sempre associei a perda da Inca a isso, que posso fazer? Pancadas!
Enfim, o facto é que esta fechado e contra factos, não há argumentos.

4 diga lá:

Van Dog disse...

Desejo-te então um fantástico início de um novo ciclo!

Maganita disse...

Podes crer!
É dificil trabalhar em várias frentes, parece que a nossa energia se dissipa sem que disso vejamos resultados.
Fico contente por teres resolvido esse assunto.
Agora é respirar fundo e seguir em frente com os ombros bem mais leves! Até parece que vida tem outra cor, outra aura...

Beijinhos!

Luna disse...

Amiga lembra-te do livro as partes boas, estas que vão dar força para novo livro ou seja para o futuro.
Agora seguir em frente com pensamentos e atitudes positivas
bjinhos
Luna

Ferncarvalho disse...

Olá linda!
A propósito deste teu post, que me deixou de coração paertadinho, deixo-te aqui o link, para umas palavrinhas que postei no meu blog há uns tempos e que fala exactamente de encerrar ciclos. Espero que te faça bem lê-las.
Um abraço mto gde
Fernanda

P.S. E boas férias, claaaro!!!
Vens cá abaixo ou nem por isso? ;)

 
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